|
Sobre o livro
Como diz o poeta Walter Rezende, “a poesia deve ser branca, livre... para que, naturalmente, os leitores (diria degustadores de sonhos) possam integrar-se num mundo alheio, transbordado de sentimentos bons; de humanidade; de luz; de calor e de paz interior que transcende o mundo que nos comporta; mundo este onde a poesia é o oxigênio indispensável à existência”.
Poesias Livres, de Versos Brancos e de Pés Quebrados traduz a verve do poeta quando em estado de graça, que se apresenta ao ouvir algumas obras literomusicais de nossos maiores poetas da música nacional.
|